Rua da Paisagem, 220 – Vila da Serra BH / MG

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Processamento Visual

Atribui-se à visão papel preponderante na aprendizagem, sendo esta dependência estimada entre 60 a 70 % até os 9 anos de idade e permanecendo como sentido maior da adolescência à terceira idade e quando falho, impactos inquestionáveis na segurança e qualidade de vida se fazem sentir.

 

A dinâmica relação entre desenvolvimento visual, habilidades viso motoras e perceptuais quando bem integradas proporcionam a base ideal para a aprendizagem. Nesta, ocorre ativa participação do individuo que precisa direcionar o olhar e sustentar o foco de sua atenção para manter a aquisição contínua de informações do meio ambiente.

 

Comparando a sistemas de informação, é como se o globo ocular e seus aspectos analógicos como refração, pressão intraocular, alinhamento oculomotor, etc fossem nosso hardware. E nosso processamento visual fosse a informação digital via software.

 

A alteração desse “software” comumente está associada aos distúrbios de aprendizagem, portanto a avaliação do processamento visual  deve ocorrer em condições dinâmicas através de testes relacionados às habilidades como leitura, cópia e escrita, equilíbrio, deambulação, prática de atividades da rotina diária que exigem forte integração visuomotora e sensorial.

 

No mundo atual, onde conhecimento e aprendizado constantes passaram de mero diferencial competitivo e transformaram-se em requisitos mínimos para uma vida de sucesso pessoal e profissional, há um grande número de pessoas que não consegue atingir seu potencial máximo nas atividades que desempenham.

 

Um dos fatores que pode impedir a maximização desses resultados está diretamente relacionado às dificuldades de leitura e absorção de informações apresentadas por alguns indivíduos. Tais dificuldades de percepção começam a trazer prejuízos desde os primeiros anos escolares e permanecem durante toda a vida profissional, reduzindo o potencial de aprendizado e de produtividade.

 

Independente da idade, nível de inteligência, acuidade visual normal ou corrigida, a leitura e o aprendizado podem ser árduas tarefas, gerando baixo rendimento escolar e profissional. Isto porque para ter uma boa visão é necessário além de olhos sadios, um perfeito processamento neurovisual.

 

Mais do que apenas responsáveis por notas baixas e reprovações contínuas, as dificuldades de aprendizagem vivenciadas por crianças e jovens são responsáveis pelo desenvolvimento de uma baixa auto-estima, o que pode levar a transtornos emocionais, manifestados como alterações do comportamento e outros desajustes.

 

O custo disso para a sociedade é considerável, estando incluídos: as dificuldades de relacionamento, subemprego, desemprego e, consequentemente elevação do risco de conduta anti-social e infrações às leis, o que acarreta sérios problemas, não só para o indivíduo diretamente envolvido nessa situação, mas para a sociedade, em geral.

 

As estatísticas mundiais sobre o impacto dos transtornos causados pelas dificuldades de aprendizagem no desajuste na vida social são bastante preocupantes e o prognóstico do seu desconhecimento por parte de educadores e autoridades é extremamente negativo. Por sua vez, o Ministério da Educação e o Ministério da Saúde estimam os deficientes visuais na escola em 30% e somado a essa porcentagem as estatísticas internacionais reportam uma incidência adicional de 15% de distúrbios de aprendizagem relacionados à visão.

 

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